Este poema é uma pequena homenagem, para a minha amiga. É também o meu primeiro poema, por isso, peço desde já a maior compreensão de todos os apreciadores de poesia que frequentam este blog, pois sei que não está a altura dos que são escritos pelo meu pai. Bem-Hajam.
Contigo aprendi como é lutar,
como enfrentar cada dia.
Sem muitos sonhos para sonhar,
tu falavas, eu ouvia.
Desmedida sorte poder-te ter,
pois distante, tu me seguias.
Muitas as cartas por escrever,
Eu falava, tu ouvias.
Já não falo, como te falava,
porque não me ouves como ouvias.
Desde a mão de terra que levava,
nossa amizade e alegrias.
Já não te ouço, como ouvia
porque não falas como me falavas.
Quero agora viver cada dia,
lembrando o amor que só tu me davas.
Beijinho
S.M. 24-08-1982/23-12-2008
Contigo aprendi como é lutar,
como enfrentar cada dia.
Sem muitos sonhos para sonhar,
tu falavas, eu ouvia.
Desmedida sorte poder-te ter,
pois distante, tu me seguias.
Muitas as cartas por escrever,
Eu falava, tu ouvias.
Já não falo, como te falava,
porque não me ouves como ouvias.
Desde a mão de terra que levava,
nossa amizade e alegrias.
Já não te ouço, como ouvia
porque não falas como me falavas.
Quero agora viver cada dia,
lembrando o amor que só tu me davas.
Beijinho
S.M. 24-08-1982/23-12-2008
Poema: Pedro Gil