
O dia entardece entre os varais abandonados,
entre as sombras sem tempo que a tarde consome,
entre as ruas desertas,
as lajes incertas,
e os velhos passos nos caminhos sem nome.
Mas de vez em quando gosto de parar e ouvir o tempo.
Sou um vagabundo das minhas raízes,
do pó das queimadas,
do desvario dos ribeiros,
da aragem do vento que sopra de norte.
Das aldeias mansas de casas caladas,
à espera que o tempo traga outra sorte.
Texto: Victor Gil
Fotografia: Pedro Gil
entre as sombras sem tempo que a tarde consome,
entre as ruas desertas,
as lajes incertas,
e os velhos passos nos caminhos sem nome.
Mas de vez em quando gosto de parar e ouvir o tempo.
Sou um vagabundo das minhas raízes,
do pó das queimadas,
do desvario dos ribeiros,
da aragem do vento que sopra de norte.
Das aldeias mansas de casas caladas,
à espera que o tempo traga outra sorte.
Texto: Victor Gil
Fotografia: Pedro Gil